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PARTE 1
PARTE 1

 

MINHA PRIMEIRA PARTE

 

Há poucos dias terminei um artigo no meu site sobre o tema: "A Igreja Católica é a Igreja Fundada por Cristo?", onde eu argumento os seguintes pontos principais:

-É a Igreja de Cristo uma instituição ou denominação específica?
-É a Igreja Católica realmente “una”?
-Só existe salvação na Igreja Católica?
-O bispo de Roma (papa) é infalível?
-As comunidades locais (incluindo Roma) estão sujeitas à apostasia?
-A Igreja de Roma apostatou?
-Roma realmente segue o evangelho puro e sincero?
-Devemos “sair do meio deles” ou continuar dentro daquele sistema?

Mais ou menos no final do meu artigo, eu coloquei 14 pontos principais (conclusões) do estudo baseando-me naquilo que já havia sido explanado anteriormente ou que seria abordado posteriormente. Os 14 pontos-chave são os seguintes:

1. A Igreja-ekklesia de Cristo (Mt.16,18) não é uma instituição particular, mas o Corpo de Cristo.

2. O Corpo de Cristo não é uma instituição religiosa, mas a totalidade dos cristãos dispersos por todo o mundo.

3. A Igreja de Roma, como instituição, também foi fundada por homens.

4. A Igreja (Corpo de Cristo), sendo a reunião de todos os crentes em Jesus Cristo, não foi fundada por homens, mas por Deus.

5. Dessa verdadeira Igreja-ekklesia (Corpo de Cristo) fazem parte os crentes em Jesus Cristo, fieis aos mandamentos de Deus e ao testemunho de Jesus, que se reúnem em vários salões denominacionais para cultuar a Deus como Igreja.

6. A Igreja Católica, como instituição, também é sub-dividida em centenas de centenas de “denominações” e repartições, muitas delas fundadas muito tempo depois do século I, e divergentes entre si em vários aspectos. Um exemplo claro é a clássica disputa entre “Tradicionais x Carismáticos”, mas existem muitas outras contradições.

7. A salvação não é delimitada a uma instituição religiosa, mas sim ao fato de crer ou descrer em Cristo.

8. A história da Igreja-ekklesia (Israel) na antiga aliança nos mostra que eles repetidamente caíam em apostasia, quase ininterruptamente em idolatria, e precisavam constantemente retornarem à pureza dos ensinamentos divinos.

 

9. A Sagrada Escritura nos deixa mais que claramente que a história da Igreja-ekklesia sob a antiga aliança é um antítipo (figura) da história da Igreja-ekklesia sob a nova aliança. Ou seja, sujeito a serem cortados pela desobediência, da mesma fora que foram cortados os “ramos naturais”.

10. As igrejas locais não estavam isentas de cair em apostasia. De fato, a própria Escritura mostra isso acontecendo em larga escala logo no século I!

11. Não há nenhum indício de que a igreja de Roma tenha sido a única “protegida” neste processo, gozando de um dom de infalibilidade. Pelo contrário, a mensagem severa de Paulo sobre ser “cortado” aplica-se primeiramente e principalmente a todos os romanos (destinatários da própria epístola).

12. Há abundantes provas históricas de sérios desvios morais e doutrinários ocorridos na igreja de Roma ao longo dos séculos, corrompendo a pureza do evangelho puro e sincero de devoção unicamente a Cristo.

13. Quando ocorre um desvio desses, é necessária uma Reforma às origens.

14. A Reforma Protestante foi um grande passo em direção a essa mudança necessária.

 

Há pouco tempo atrás, um católico chamado Evaldo tentou contra-argumentar um destes pontos. Eu havia dito:

 

-Ela [a ICAR] poderia ser [uma igreja que serve a Jesus], mas somente se seguisse o evangelho puro e sincero, o que já foi amplamente demonstrado NÃO SEGUIR. Portanto, dentro daquilo que foi explanado (=Igreja é a totalidade de cristãos VERDADEIROS que seguem o evangelho PURO de devoção SOMENTE A CRISTO, dispersos em todo o mundo) a Igreja Católica não se agrupa dentro disso, pois NÃO SEGUE O EVANGELHO DE DEVOÇÃO SOMENTE A CRISTO, o que já foi amplamente explanado e, infelizmente, NÃO-REFUTADO.

 

Ao que ele respondeu:

 

-Isso aqui é mero subjetivismo. O que faz você crer q a Igreja não prega o Evangelho puro, outro do seu próprio meio protestante discorda. Cada um prega diferente do outro.

-Minha resposta: Bom, deve ser realmente mero "subjetivismo". Sim, vai ver que é "SUBJETIVO" que Maria não é salvadora como pregam os católicos:

"Esta união de Maria com seu Filho na obra da salvação manifesta-se desde a hora da concepção virginal de Cristo até sua morte” (Catecismo Católico, §964)

"E esta maternidade de Maria perdura sem cessar na economia da graça... Pois uma vez assunta aos céus, não deixou o seu ofício salvador, mas continua a alcançar-nos por sua múltipla intercessão os dons da salvação eterna." (Concilio Vaticano II, Lumen Gentium, 62; veja-se o Catecismo da Igreja Católica, # 969, 975)



-Livro: "Glórias de Maria", do santo e doutor da Igreja, Afonso de Ligório, também aborda isso nas seguintes palavras:

“Salve esperança de minha alma... salve , ó segura salvação dos cristãos , auxílio dos pecadores, defesa dos fiéis, salvação do mundo (pagina 98)

“Maria é advogada poderosa para a todos salvar” - “Maria é toda poderosa junto a Deus (pagina 151)

É.... deve ser muito "subjetivismo protestante" acreditar que só Jesus salva!!!

"Em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (At.4:12)

PASSO A PALAVRA!